Craveiral FarmHouse - um lugar de (c)alma
sábado, outubro 20, 2018
Chegar até à Quinta não foi fácil. O Craveiral não surge no mapa e logo após a nossa chegada, entendemos o porquê.
E ainda bem.
Quando pensámos no fim-de-semana prolongado para fugir, o nosso pensamento foi unânime: voltar à Costa Alentejana e conhecer uma nova Herdade.
Tínhamos várias em mente no entanto nenhuma estava disponível. Após alguma pesquisa, encontrei uma Quinta que me despertou a atenção pela sua autenticidade quase instantânea.
Reservámos com alguma expectativa.
O dia chegou. Rumámos a sul, sempre naquela ânsia de escapadela: só nós, na calma do Alentejo.
Para nós, não existe nada mais bonito.
Ao longo de uma estrada (quase) deserta, surgem umas pequenas casas brancas.
Somos recebidos com grandes sorrisos. Essa foi uma das características que marcou os nossos dias.
Ficámos encantados.
A Primeira Impressão
Atravessámos a piscina, com destino ao nosso "M5": a nossa casa. A verdade é que nos sentimos em casa sem estar em casa. A vista para os 9 hectares de ar puro, os produtos da horta e a quinta com os animais... o sossego, o espaço, a beleza. Vivemos muito.
Por lá, tudo é nacional. Foi um orgulho para mim ver que o projeto do Craveiral é dar luz ao mobiliário, decoração, pormenores de portugueses. As almofadas tinham ilustrações da Quinta: o Cravo e Ferradura (os burros da quinta), o Campo de Cravos.
Mobiliário da DAM.
A louça mais bonita da Costa Nova.
A cortiça presente em diversos detalhes.
É a combinação perfeita entre a "ligação à natureza e o conforto da vida moderna."
Finais de Tarde Dourados
Iniciámos a nossa estadia na piscina. Aquela piscina encantadora...
Dourámos a pele com o sol alentejano.
Apreciámos um copo de Vinho Branco fresco da região Vicentina.
Mergulhámos. Pegámos nas bicicletas e vivemos o pôr-do-sol. Preparámos o nosso jantar calmamente na nossa casa, equipada com kitchenette. Admirámos o céu estrelado.
Manhãs Calmas
As manhãs iniciavam calmamente. A luz matinal alentejana é indescritível, por isso queríamos aproveitar o melhor dela.
O caminho era feito pelo passadiço incrível no meio da natureza, até chegarmos ao edifício principal.
O pequeno-almoço apreciado ao máximo: os bolinhos acabados de sair do forno, a granola caseira, o café bio... Os sumos frescos (o de espinafres, maçã e gengibre, uma maravilha!), o pudim de chia... Pequenos-almoços calmos, com ingredientes fabulosos, tal como gostamos.

Após o pequeno-almoço íamos ter com o Quinoa, o Cravo, a Ferradura e respectiva cria. Apreciar a beleza da natureza é a forma maravilhosa de viver este lugar.
Aqui o tempo pára, o ritmo abranda e a vida é vivida devagar.
Mergulhos na piscina com um chá fresco a acompanhar, oh querido Craveiral como te estimamos!
Aproveitámos para conhecer a vila e praia de Odeceixe, um paraíso selvagem com uma paleta de cores incrível: azuis, brancos e o castanho intenso das arribas.
Voltámos à Zambujeira do Mar, vila que visitámos o ano passado na nossa roadtrip pela Costa Vicentina (lembram-se dos primeiros posts? :) )
Craveiral, uma extensão da natureza
No Craveiral sentimo-nos em casa, na tranquilidade e conforto de quem nos recebe bem e faz o bem.
Sentimos muito, vivemos muito este lugar feliz. Fomos tão felizes por lá, entre o campo e o mar!
Até breve, Craveiral - lugar de (c)alma e amor pela natureza!








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